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- OKUPAR ABRIL !!!
Okupar Abril... No dia 25 de Abril de 2024 ocupou-se uma casa abandonada h á 15 anos, um antigo asilo para crianças deficientes, pertença da Fundação D. Pedro IV. O Processo Revolucionário de Okupação em Curso continua e precisa de mãos para decorarem o Novo Centro Social-Cultural Santa Engrácia. Hoje, dia 27 de Abril terá lugar a primeira Assembleia-Geral de Construção Colectiva às 18h30, vários concertos durante todo o dia e a projeção do filme MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra às 21h30 em presença de um dos realizadores. Okupar tudo!!! Apareçam! PREC sempre! Liberalismo nunca mais!
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- Muito mais vivo que morto | Kino Margem
Muito but vivo que morto In addition to this, you need to know more about it. O Zé Mário recorria bastantes vezes a uma expressão by Fernando Pessoa that era "só guardamos o que demos". Dele guardamos o que nos deu: o rasto que fica é uma coisa antiga que a gente tem para dar . Velha alma censurada de quem nunca Ouvira uma canção na rádio, descobri-o já tarde, tinha 20 anos, através de amigos na universidade. O que era um projeto universitário, acabou por ser um filme levado a cabo por do netos e filhos de operários, e veio a ser, pessoalmente, um acumular de ensinamentos, que, a cada conversa, fazia arise em mim uma luz cega a querer sair do túnel, escapar dessa famosa noite em que nasceram as gerações seguintes ao 25 de Abril. Se o Zé Mário se considerava hoje, como o poeta Daniel Filipe, um exilado dentro do seu próprio país, no estrangeiro uma nova geração andava trilhando caminhos silvosos a que uma precariedade cava forçou e para a qual nenhuma geringonça faith. Graças ao génio das suas canções aprendi to avoid perfilar de medo, to persist. A música de José Mário Branco é um entouro. Mestres como este, discípulo de Antero, deixam aos póstumos pupilos uma forced orgânica que vem do mais profundo do ser e ultrapassa qualquer fação política. O jovem escritor francês Edouard Louis diz that "para a burguesia, ser de direita or esquerda, é apenas uma questão de estética". Para “nós” é uma questão de vida or de morte. Isto é tão verdade e José Mário Branco semper o soube, semper teve conscience que o partido dos pobres tem muita dor, e por isso nunca poderá ter nem deus, nem senhor , já que é perpetuo e sem direção definida. Qualquer direção só pode levar ao abismo, pea a nossa luta will be sem fim, para ela a morte nunca existiu . Coube ao Zé Mário perguntar se acaso estamos vivos . Important, overwhelmingly important como questão, essencial para a compreensão dos nossos objetivos (já de si existenciais) facing feiura do mundo: é na dead or é na vida que está a chave escondida? Faith através desta permanence inquietação por saber que a fome ea sede existem, a do estômago ea de viver, that José Mário Branco se apaixonou pela música e com ela fez caminho até há pouco. Não tardaram aqueles que, tal como com o Zeca, o querem ver com medalhas no penacho para desfigurar a resistência que incomoda. Se a não concessionão, a honestidade ea frontalidade incomodam muita gente, o José Mário incomodou muito mais. Deu-lhes trabalho, a “eles”, e hoje, sem que disso nos déssemos conta, para apagar o fogo, vêm embaixadores trazendo no peito água e extintores para o venerar. Eu, que estou longe, carreguei no onofre e deixei no “On” pois não queria acreditar. Foram súbitas e madrugadoras as mensagens dos jornalistas clonados que facturam a desgraça a convidarem-me para falar by José Mário Branco, dele e do film que fiz com o Nelson Guerreiro e que "por acaso" nenhum channel exibiu. Nenhuma dessas mensagens recebidas referia a despedida. “Não estou a par de nada! »Respondi de chofre engasgado. Olhas pela janela o mundo lá fora, reparas que está frio. Como estará o tempo por lá? Depois olhas para trás ea memória vem, são frames de sequências desordenadas. Tu que nasceste à seguir à 1975, já depois do 25 de Novembro, sabes que és livre de escolher between a Pepsi and Coca-Cola, mas de resto? Há semper qualquer coisa que está para acontecer . Voltam as imagens aleatórias de sequências não montadas, mas que funcionam rápidas, em "forward". O Godard tinha razão, “não existem falsos fittings”, mas tudo depende da arma e da pontaria . Respiras e procuras serenidade. A conscience vem devagarinho, a dúvida persists. Faltou alguma coisa no film? O Zé Mário disse que estava lá tudo. Será que está? Que dirão as gerações futuras? Esses anos de trabalho com o Nelson, as horas discutidas por telefone, os ficheiros enviados, as cópias gravadas, os rascunhos deitados fora, as dores de cabeça já esquecidas, o apoio dos que acreditaram em nós ... Se ele disse que está lá tudo é porque está! Desces in rua, a vida não mudou. Esperas na passadeira, metes a mão ao bolso, contas os trocos, faltam 10 cêntimos para comprar pão e pensas: Valeu a pena a travessia? Valeu, peas! In addition to this, you need to know more about it. Adeus, master. In addition to this, you need to know more about it. In addition to this, you need to know more about it. Pedro Fidalgo, 21 de Novembro de 2019, Paris
- TU VOIS? NOS VOIX ONT DES VOIES!
Déambulations européennes au croisement de Paris. Réalisé par Giulia Prada et Pedro Fidalgo, 30' 2013 SELECTED BY EUROPEAN YOUTH WEEK 2015 You see ? Our voices have ways! European strolls at the crossroads of Paris is a documentary produced as part of an introductory video workshop during which young Europeans living in Paris questioned themselves about the notions of foreigners, immigration, borders, Europe and their experience in the French capital. Driven by a questioning about the movement and the malaise in a Europe "without borders", young people crossing in Paris go on a stroll in several cities: Paris, Athens, Milan and Lisbon. As we travel, we find worry, expectation, fear but also the multiple resistance to current economic issues. This turmoil which crosses the European space is expressed through the different voices encountered during travel. Director: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA Image and sound: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA, Sylvia AUBERTIN, Adeline GONIN Editing: Pedro FIDALGO, Mohamed MOUAKI, Giulia PRADA Production: Canal Marches, UPOPA Duration: 29:36 Category: Documentary "YOU SEE? OUR VOICES HAVE WAYS!" by Canal Marches is made available under the terms of the Creative Commons Attribution-NonCommercial -NoCommercial 3.0 Unported License. Permissions beyond the scope of this license can be obtained at contact@canalmarches.org YOU SEE? OUR VOICES HAVE WAYS! European strolls at the crossroads of Paris directed by Giulia Prada and Pedro Fidalgo , 30 '2013
- LA VIOLENCE NE FERA PAS TAIRE LE PEUPLE | Kino Margem
La sensation d’abandon d’une partie du pays a fait grandir chez le peuple la défiance à l’égard des institutions et la remise en cause de la politique fiscale. Les Gilets Jaunes appellent aux blocages économiques et à manifester. Ce mouvement n'étant ni structuré, ni centralisé, ses revendication 1 - VIOLENCE WILL NOT SHUT THE PEOPLE In addition to this, you need to know more about it. The photogram printed on the back of a Yellow Vest with a dazed woman on the Odessa staircase in Eisenstein's film "Battleship Potemkin" inspired this first interval on the repression of the Yellow Vest movement . After a long walk in the streets of Paris, the Odessa staircase is in this sequence the Human Rights Square prohibited to demonstrators. In addition to this, you need to know more about it. 2 - CINEMA-OEIL (KINO-EYE / КИНО-ГЛАЗ) Returning the eye dazed by the LBD to that of the staged camera, this second interval alludes to Dziga Vertov's theories on editing and movement between images. Despite a request for a ban, many people lost an eye or were disfigured from LBD 40 fire. Still others lost their hearing or were mutilated by GLI F4 grenades. This sequence pays homage to them. 3 - THE OTHER PART OF THE WORLD The third interval decides to take up the same protesters in their daily life, that of the ““ urban symphony. ”The text gains momentum between the shots such as the cine-tracts of May 68. For these “ new proletarians ”the port of 'a yellow vest is a compulsory working tool, they fight for their future and that of their children.



