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23 resultados encontrados

  • Muito mais vivo que morto | Kino Margem

    Muito mas vivo que morto Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. O Zé Mário recorria bastantes vezes a uma expressão de Fernando Pessoa que era "só guardamos o que demos". Dele guardamos o que nos deu: o rasto que fica é uma coisa antiga que a gente tem para dar . Velha alma censurada de quem nunca Ouvira uma canção na rádio, descobri-o já tarde, tinha 20 anos, através de amigos na universidade. O que era um projeto universitário, acabou por ser um filme levado a cabo por dos netos e filhos de operários, e veio a ser, pessoal, um acumular de ensinamentos, que, a cada conversa, pessoal surgem em mim uma luz cega a querer sair do túnel, escapar dessa famosa noite em que nasceram as seguintes gerações ao 25 de Abril. Se o Zé Mário se considerava hoje, como o poeta Daniel Filipe, um exilado dentro do seu próprio país, no estrangeiro uma nova geração andava trilhando caminhos silvosos a que uma precariedade cava forçou e para a qual nenhuma fé geringonça. Graças ao génio das suas canções aprendi para evitar perfilar de medo, para persistir. A música de José Mário Branco é um entouro. Mestres como este, discípulo de Antero, deixam aos póstumos pupilos uma orgânica forçada que vem do mais profundo do ser e ultrapassa qualquer fação política. O jovem escritor francês Edouard Louis diz que "para a burguesia, ser da direita ou esquerda, é apenas uma questão de estética". Para “nós” é uma questão de vida ou de morte. Isto é tão verdade e José Mário Branco sempre que soube, sempre teve consciência que o partido dos pobres tem muita dor, e por isso nunca pode ter nem deus, nem senhor , já que é perpetuo e sem direção definida. Qualquer direção só pode levar ao abismo, ervilha a nossa luta será sem fim, para ela a morte nunca existiu . Coube ao Zé Mário pergunta se acaso estamos vivos . Importante, esmagadoramente importante como questão, essencial para a compreensão dos nossos objetivos (já de si existenciais) voltados para a feiura do mundo: é na dead or é na vida que está a chave escondida? Fé através desta permanência inquietação por saber que a fome e a sede existem, a do estômago ea de viver, que José Mário Branco se apaixonou pela música e com ela fez caminho até há pouco. Não tardaram aqueles que, tal como com o Zeca, o querem ver com medalhas no penacho para desfigurar a resistência que incomoda. Se a não concessão, a honestidade e a frontalidade incomodam muita gente, o José Mário incomodou muito mais. Deu-lhes trabalho, a “eles”, e hoje, sem que isso nos déssemos conta, para apagar o fogo, surgem embaixadores trazendo no peito água e extintores para o venerar. Eu, que estou longe, carreguei no onofre e deixei no “On” pois não queria acreditar. Foram súbitas e madrugadoras como mensagens dos jornalistas clonados que facturam a desgraça a convidarem-me para falar de José Mário Branco, dele e do filme que fiz com o Nelson Guerreiro e que "por acaso" nenhum canal exibiu. Nenhuma dessas mensagens recebidas referia a despedida. “Não estou a par de nada! »Respondi de chofre engasgado. Olhas pela janela o mundo lá fora, reparas que está frio. Como estar o tempo por lá? Depois olhas para trás e a memória vem, são frames de sequências desordenadas. Tu que nasceste à seguir à 1975, já depois de 25 de Novembro, sabes que és livre de escolher entre uma Pepsi e uma Coca-Cola, mas de resto? Há sempre qualquer coisa que está para acontecer . Voltam como imagens aleatórias de sequências não montadas, mas que podem ser rápidas, em "forward". O Godard tinha razão, “não existem acessórios falsos”, mas tudo depende da arma e da pontaria . Respiras e procuras serenidade. A consciência vem devagarinho, a dúvida persiste. Faltou alguma coisa no filme? O Zé Mário disse que estava lá tudo. Será que está? Que dirão as gerações futuras? Esses anos de trabalho com o Nelson, as horas discutidas por telefone, os arquivos enviados, as cópias gravadas, os rascunhos deitados fora, as dores de cabeça já esquecidas, o apoio dos que acreditaram em nós ... Se ele disse que está lá tudo é porque está! Desces em rua, a vida não mudou. Esperas na passadeira, metes a mão ao bolso, contas os trocos, faltam 10 cêntimos para comprar pão e pensas: Valeu a pena a travessia? Valeu, ervilhas! Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Adeus, mestre. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Pedro Fidalgo, 21 de Novembro de 2019, Paris

  • NÃO APAGUEM OS NOSSOS RASTOS ! | Kino Margem

    As canções de Dominique Grange acarretam em si marcas do Maio de 68. Exprimem nos dias de hoje a mesma vontade de resistência a todas as formas de opressão. Acompanhadas de desenhos de Tardi, as suas canções evocam os mais recentes movimentos sociais em França e as suas aspirações revolucionárias. N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique grange, uma cantora de protesto um filme de Pedro Fidalgo PORTUGAL/FRANÇA – 2022 Duração : 96 min Formato de projeção : 1,77 / Son : 5.1 Contact: +33 683 386 496 neffacezpasnostraces@gmail.com www.kinomargem.net As canções de Dominique Grange acarretam em si marcas do Maio de 68. Exprimem nos dias de hoje a mesma vontade de resistência a todas as formas de opressão. Acompanhadas de desenhos de Tardi, as suas canções evocam os mais recentes movimentos sociais em França e as suas aspirações revolucionárias. « Para mim, a canção é uma arma, ainda por cima eficaz, porque podemos escondê-la. Não se vê. Pode ir para qualquer lado, entrar numa fábrica, entrar na prisão, atravessar fronteiras. Pode ser usada por qualquer pessoa. É uma arma universal. » Dominique Grange « Sempre que os direitos dos trabalhadores foram atacados, que o terrorismo de Estado ou o racismo tentaram impor-se, estivemos presentes e a resposta foi sempre a mesma: uma repressão selvagem, bombas de lacrimogéneo, flash ball, gaz pimenta para s olhos, cargas policiais, canhões de água.Mas pouco nos importa, contra todas as provocações, contra o Estado de Emergência e tudo o que inventarem para nos obrigar aficar em casa ou proibir a rua, nos estaremos lá! » Tardi Dominique Grange recebe-nos em casa. Fala-nos do seu percurso e lutas políticas. Através de flashback, viajamos no tempo. Estas idas e voltas são estruturadas por imagens de arquivo fílmico, sonoro, artigos de jornal animados e, como é óbvio, pelas suas canções. Pouco a pouco, passamos da história pessoal e familiar à memória coletiva, graças aos desenhos de Tardi que acompanham o resto da matéria fílmica. Seguindo Dominique Grange descobrimos os lugares, os arquivos, mas também as personagens que a acompanharam em diversas lutas. Trata-se sempre da mesma mulher com o mesmo temperamento rebelde. A «miúda» que cantava nas fábricas ocupadas no Maio de 68 não é nenhuma heroína, apenas uma resistente que recusa compromissos e rendições. Por outro lado, acompanhamos Dominique em estúdio, onde grava com o grupo Accordzéâm, 50 anos depois, um livro-disco: Chancun de vous est concerné . Por vezes, Dominique ensaia em casa, onde encontramos Tardi e os filhos, adotados no Chile. Encontramos a personagem na sua intimidade familiar e descobrimos como trabalha com os músicos. A última parte do filme é repleta de encontros: com Brigite Gothière, co-fundadora da Associação L214, que milita pelos direitos dos animais. Brigitte e Dominique falam-nos da relação que há entre a luta de classes e a causa animal. Dominique e Tardi encontram o militante anarquista e pacifista Maurice Montet na Radio Libertaire. Explicam a importância do espetáculo antimilitarista Putain de guerre! no contexto atual. Oreste Scalzone e Dominique falam-nos do direito ao asilo num café de uma rua típica de Paris e da extradição dos exilados italianos como Paolo Persichetti e Cesare Batisti. Dominique canta no Jargon Libre, biblioteca anarquista onde se encontra Helyette Besse, ex-prisioneira política condenada por cumplicidade com o grupo Ação Direta. Todos estes encontros permitem relacionar as diferentes causas pelas quais Dominique militou e continua a militar. Para terminar, Dominique faz alusão aos grandes movimentos revolucionários desde 1789 à Comuna de Paris, descrevendo-os como «rios subterrâneos» que ressurgem para irrigar as lutas de hoje e de amanhã, como já tinha sido irrigado o Maio de 68. Maio de 68 - Desenho de Tardi Dominique Grange Dominique Grange e Djamila Lesmale Maio de 68 - Desenho de Tardi 1/12 Realização - Pedro Fidalgo Imagem - Renaud Drovin Som - Tristan Philippot Montagem - Nadir Hadjérioua Mistura e montagem de som - Miguel Morais Cabral Correção de cor - Charles Traboulsi Direção de produção - Pedro Fidalgo Conselhos de produção - Lucile Fanton Canções - Dominique Grange Arranjos - Accordzéâm Desenhos e voz - Tardi Distribuição - Kino Margem Films

  • LES SOLIDES

    réalisé par Pedro Fidalgo, 27' 2009 SÓLIDOS direção Pedro Fidalgo, 27 '2009 DVD VO - LEGENDA PT / ES / EN - PAL - COR 4 EUR + CUSTOS DE TRANSPORTE "Uma noite de sábado comum em Paris ... o herói durante suas andanças encontra um colega indocumentado, estudantes na galera, poetas de contadores, babas sem dinheiro. Eles são a encarnação de um jovem desiludido e esperançoso, atrevido e criativo, imaturo e realista. Longe do filme-tese, Les Solides pretende ser um retorno a uma narração não linear, com muitos acenos para a New Wave. Um personagem também propõe a criação de uma "Onda Antiga", da qual não estamos longe de pensar que o filme poderia ser o manifesto. " Texto: Mélinée Chanard Diretor: Pedro FIDALGO Imagem: Romain SAUDUBOIS Produção: Pedro FIDALGO, Romain SAUDUBOIS (Produção de Apostrophe EGG) Data de lançamento: 29/04/2012 Duração: 26:47 Categoria: Cinema, Ficção Para direitos de distribuição e / ou compra, entre em contato com o autor.

  • CHANGER DE VIE

    La vie et l'oeuvre de José Mário Branco. Réalisé par Nelson Guerreiro et Pedro Fidalgo, 116' 2014 MUDAR DE VIDA José Mário Branco, vida e obra Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. direção Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro, 116 '2014 Prêmio do Público Grande Prêmio do Canal Q MUVI LISBOA 2014 Festival Internacional pela Música no Cinema Prêmio Sophia 2017 Documentário de melhor longa-metragem Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. 2014 Seleção Oficial Formato: DVD Imagem: 16x9 FF Cor Áudio: Estéreo 2.0 Legendas: Francês, Português, Inglês, Espanhol Preço: 8 euros Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Na imprensa INDIELISBOA - Secção Especial / IndieMusic (Lisboa) FESTIVAL DO CINEMA LUSOBRASILEIRO - Seção Transversalidades (SANTA MARIA DA FEIRA) FEST - NEWS DIRECTORS, NEWS FILMS (Espinho) AVANCA 2ª Semana de Cine Portugués (MALBA / Buenos Aires) MUVI LISBOA (Lisboa) DESOBEDOC (Porto) NAS PRIMEIRAS LINHAS (Ivry-sur-Seine) Aos 72 anos, José Mario Branco continua a ser um homem empenhado, cantor-compositor, é um artista que sempre considerou a música e o canto como uma arma (“A cantiga é uma arma”). Comprometido desde os primeiros anos contra a ditadura de Salazar, José Mario Branco conhece, aos 20 anos, a tortura e a prisão. Em 1963, fugindo da guerra colonial e da polícia política, tomou o caminho do exílio e chegou à França. Durante os seus onze anos em Paris, consolidou-se como um dos grandes nomes da música portuguesa, empenhado e militante. Os seus registos circulam ilegalmente em Portugal. Nessa altura, assinou também os arranjos de várias peças, entre as quais a célebre "Grândola, Vila Morena" de José Afonso que se tornaria alguns anos mais tarde o sinal da Revolução dos Cravos. Em 25 de abril de 1974, o golpe de Estado do Movimento das Forças Armadas pôs fim aos 48 anos de ditadura em Portugal. A população invade as ruas de Lisboa e nos dias que se seguem, os presos políticos são libertados e os exilados regressam ao país. Tudo parece possível. Tudo deve ser imaginado. Um novo Portugal está para ser construído. É neste clima de júbilo que José Mário Branco, de volta a Portugal, federa os talentos de artistas empenhados em levar os ideais da revolução aos quatro cantos do país ... Através do retrato desta artista, este documentário testemunha o percurso singular de um homem cujo itinerário se confunde com a história recente de Portugal e abre a reflexão sobre o compromisso ... ontem e hoje. Direção e produção: Nelson Guerreiro, Pedro FIDALGO Imagem: Katell PAILLARD, Miguel AGUIAR, Miguel ALEXANDRE, Nelson GUERREIRO, Pedro FIDALGO, Ricardo CAPUCHA, Rui RIBEIRO, Salvador PALMA, Tiago SOUSA Som: Alberto GARRIDO, Eliseu MAIA, Fred ZED, Henrique CÃO, Manuel MONTEIRO, Pedro FALCÃO, Renaud DROVIN, Rui RIBEIRO Edição: Patricia LEAL Mixagem de som: João GAZUA Calibração Leandro SILVA Animadores: David LA RUA Com a colaboração do ESPACES e da Rádio Televisão Portuguesa Título original: MUDAR DE VIDA Título original adicional: José Mario Branco, vida e obra Título em francês: CHANGER DE VIE Suplemento do título em francês: A vida e obra de José Mario Branco Título internacional: CHANGING LIFE Complemento do título internacional: José Mario Branco, vida e obra Meio de filmagem: DV / HDV Mídia de streaming: DCP / HD / DVD / BLUERAY Tempo de execução: 116 minutos Cores: Cores e Preto e Branco Data: 2014 Idiomas OV: PORTUGUÊS, FRANCÊS Versões disponíveis: FRANCÊS, INGLÊS, ESPANHOL, PORTUGUÊS Acessível para crianças: Sim Acessível a adolescentes: Sim Formato de DVD: 16/9 Contato: mudardevidafilm@gmail.com

  • Kino Margem | Cinéma Pedro Fidalgo

    Kino Margem est le site de Pedro Fidalgo, réalisateur qui se dédie à la réalisaton et à la production de documentaires de création et court-métrages.

  • TU VOIS? NOS VOIX ONT DES VOIES!

    Déambulations européennes au croisement de Paris. Réalisé par Giulia Prada et Pedro Fidalgo, 30' 2013 SELECIONADO PELA SEMANA EUROPEIA DA JUVENTUDE 2015 Você vê ? Nossas vozes têm maneiras! Passeios europeus na encruzilhada de Paris é um documentário produzido no âmbito de um workshop de vídeo introdutório durante o qual jovens europeus que vivem em Paris se questionam sobre as noções de estrangeiro, imigração, fronteiras, Europa e a sua experiência na capital francesa. Movidos por um questionamento sobre o movimento e o mal-estar numa Europa "sem fronteiras", os jovens que cruzam Paris fazem um passeio por várias cidades: Paris, Atenas, Milão e Lisboa. Enquanto viajamos, encontramos preocupação, expectativa, medo, mas também a resistência múltipla às questões econômicas atuais. Esse borbulhar que atravessa o espaço europeu é expresso pelas diferentes vozes encontradas durante as viagens. Diretor: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA Imagem e som: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA, Sylvia AUBERTIN, Adeline GONIN Edição: Pedro FIDALGO, Mohamed MOUAKI, Giulia PRADA Produção: Canal Marches, UPOPA Duração: 29:36 Categoria: Documentário "VOCÊ VÊ? NOSSAS VOZES TÊM MANEIRAS!" por Canal Marches é disponibilizado sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-Não Comercial 3.0 Unported. Permissões além do escopo desta licença podem ser obtidas em contact@canalmarches.org VOCÊ VÊ? NOSSAS VOZES TÊM MANEIRAS! Passeios europeus na encruzilhada de Paris direção Giulia Prada e Pedro Fidalgo , 30 '2013

  • LES SOLIDES

    réalisé par Pedro Fidalgo, 27' 2009 SÓLIDOS realizado por Pedro Fidalgo, 27, 2009 DVD VO - LEGENDAS PT / ES / EN - PAL - COR EUR 4 + GASTOS DE ENVIO "Uma noite de sábado vulgar em Paris ... o herói encontra um colega" sem-papéis ", estudantes à rasca, poetas de tasca, boémios sem um tostão. São a personificação de uma juventude perdida e esperançosa, atrevida e criativa, imatura e irrealista. lombo do Filme-tese, propõe SOLID hum retorno tem uma narrativa Não-linear, com MUITOS acenos para a New Wave. hum dos Personagens propõe MESMO tem Criação uma "Old Wave" que nao é um ao longo de nos Levar a pensar que o filme poderia ser o manifesto. " Texto: Mélinée Chanard Realização: Pedro FIDALGO Imagem: Romain SAUDUBOIS Produção: Pedro FIDALGO, Romain SAUDUBOIS (Apostrophe EGG Production) Duração: 26:47 Categoria: Cinema, Ficção Para direitos de transmissão e / ou compra de DVD contactar o autor.

  • OUTROS PROJECTOS | Kino Margem

    RECOLHA DE TESTEMUNHOS AUDIOVISUAIS A associação "Memoire Vive / Memória Viva" tem por objetivo coletar e transmitir a memória da imigração portuguesa no espírito de intercâmbio e de abertura. A associação Memória / Memória Viva começou uma campanha de ganhar de destaque audiovisuais com testemunhos da imigração portuguesa, concedida que será publicada no site da associação. Aceda ao site de Mémoire Vive / Memória Viva Isto é um apelo à contribuição de cada um para que se filme, seja no bairro, no seio da família, numa associação, local de trabalho ou empresa. Isto, com tem que construir-se uma memória, horizontal, transversal e transgeracional da imigração portuguesa. O SALTO O filmes "O Salto", dirigido por Christian de Chalonge em 1967 é um dos primeiros filmes sóbrios a imigração em França. É também a primeira vez que os imigrantes portugueses são os heróis de um filme. Projeto "O SALTO" Não existe, por enquanto, uma cópia em DVD, por isso a associação Memoire Vive / Memória Viva comprometeu-se a construir um projeto em torno do filme no intuito de tentar defender a proteção e a conservação das cópias existentes, bem como a divulgação do filme em DVD e nos nossos cinemas. Por outro lado, começou uma campanha para escolher o arquivo para o filme, com destaque que podem ser visualizados aqui. Christian de Chalonge sóbrio o filme "O Salto" (O Salto)

  • AUTRES PROJETS | Kino Margem

    COLEÇÃO DE ENTREVISTAS AUDIOVISUAIS A associação “Mémoire Vive / Memória Viva” pretende recolher e transmitir a memória da imigração portuguesa num espírito de troca e abertura. A associação Mémoire Vive / Memória Viva realizou uma campanha de recolha de entrevistas audiovisuais com testemunhas da imigração portuguesa. Também lançará campanha de arrecadação de depoimentos em seu site. Acesse o site Mémoire Vive / Memória Viva A ideia é fazer um apelo a contribuições para filmar no seu bairro, na sua família, na sua associação, na sua empresa. Isso para construir uma memória transversal, horizontal e transgeracional. O SALTO O filme "Le Salto", dirigido por Christian de Chalonge em 1967 é um dos primeiros filmes sobre a imigração na França. É também a primeira vez que os imigrantes portugueses são os heróis de um filme. PROJETO "LE SALTO" Embora não exista nenhuma cópia em DVD até o momento, a associação Mémoire Vive / Memória Viva se comprometeu a construir um projeto em torno do filme. Para isso tentamos fazer campanha pela salvaguarda e conservação das cópias existentes e pela distribuição do filme em DVD e nas salas de cinema. Por outro lado, iniciamos uma campanha para coletar arquivos de filmes e entrevistas que você pode encontrar aqui. Christian de Chalonge sobre o filme "O Salto" (O Salto) FFAT - FEDERAÇÃO FRANCESA DE ARTE TERAPEUTA O Ffat representa um coletivo de profissionais formado por terapeutas de arte, associações de terapeutas de arte e futuros profissionais em treinamento. É uma associação legal de 1901 que conta agora com 230 membros, incluindo cerca de dez associações que reúnem, elas próprias, mais de 600 membros. Criado em 1997, o FFAT trabalha para o desenvolvimento da profissão em seus aspectos teóricos, metodológicos e estatutários. A federação elaborou um código de ética, um procedimento de referência às organizações formadoras em arte-terapia, organiza conferências anuais desde 2001 e edita as publicações das actas das suas conferências. A FFAT participa em pesquisas e trabalhos internacionais, em conexão com vários países da Europa e outros continentes. Seu espírito unificador reúne um grande número de profissionais pertencentes às diversas correntes de pensamento da arte-terapia. Portadores de uma dupla competência - artística e terapêutica, mobilizados em torno da especificidade da profissão, os arteterapeutas membros da FFAT oferecem ao público o seu profissionalismo no acompanhamento de qualquer pessoa que carece de apoio para se curar, para ir além de um momento de vida. difícil, evoluir, mudar ... usando a expressão criativa. Na França, a profissão de arteterapeuta ainda não se beneficia do reconhecimento oficial do estado. Acesse o site do FFAT "Articulações teórico-clínicas na arte-terapia"

  • PEDRO FIDALGO / Réalisateur/monteur

    Pedro Fidalgo est un réalisateur né à Portalegre (Portugal) en 1983. PEDRO FIDALGO DIRETOR / PRODUTOR / EDITOR Após dois anos de estudos de cinema na Universidade da Beira Interior, em Portugal, em 2007, obteve o grau de mestre em Cinema e Audiovisual na Universidade de Paris 8 / Vincennes-Saint Denis, depois um ano de Estudos Teatrais em Paris 8. Em 2009, produziu e dirigiu o longa-metragem de ficção Les Solides . Em 2010 obteve o Master 2 Pro em Direção de Documentário, na Universidade de Paris 8. Em 2013, co-dirigiu com Giulia Prada o documentário Tu voir? Nossas vozes têm maneiras! que representa a França nos prêmios da Semana Europeia da Juventude. Em 2014, codirigiu e produziu com o realizador Nelson Guerreiro o longa-metragem CHANGER DE VIE, a vida e obra de José Mário Branco , primeira versão em estreia mundial no Festival Indie Lisboa 2014, filme premiado. Festival Muvi Lisboa nesse mesmo ano. Depois, após vários festivais e encontros internacionais, uma última versão foi lançada em cinemas, em 2016, em Portugal, e recebeu o Prémio SOPHIA 2017 de melhor longa-metragem. . CONTATO SOBRENOME O EMAIL OBJETO MENSAGEM ENVIAR Eu

  • Pedro Fidalgo | Kino Margem

    Kino Margem est le site officiel de Pedro Fidalgo, réalisateur et producteur. FR PT KINO MARGEM Copyright 2021

  • PRESSE

    “MUDAR DE VIDA, José Mario Branco, vida e obra”, um retrato fiel assinado por Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro Renato Teixeira 18/11/14 https://obeissancemorte.wordpress.com/2014/11/18/mudar-de-vida-vida-e-obra-de-jose-mario-branco-um-retrato-fiel-assinado-por-pedro-fidalgo- e-nelson-guerreiro / "Mudar de Vida, José Mario Branco, vida e obra" Jorge Gabriel entrevistou Nelson Guerreiro PEDRO FIDALGO - RADIO ALPHA, ARTUR SILVA 00:00 / 00:00 PEDRO FIDALGO - RFI, ADRIANO SALGUEIRO 00:00 / 00:00 “Fado Camané” e “Mudar de Vida”, como epopeias da nossa música Francisco Louçã 29/10/14 http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2014/10/29/fado-camane-e-mudar-de-vida-as-epopeias-da-nossa-musica/ Festival MUVI A Sétima Vida de Gualdino e Que Caramba es la Vida vencem 09/07/2014 http://www.publico.pt/n1668908 A música no grande ecrã num novo festival em Lisboa 09/03/2014 http://www.publico.pt/n1668494 A invenção de nós em José Mário Branco Gonçalo frota 20/06/2014 http://www.publico.pt/n1659553 Bloco de Esquerda abre o Trindade ao cinema engajado este fim-de-semana 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1641615 Filmes da Abril Luís Miguel Oliveira 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1644258

  • CHANGER DE VIE

    La vie et l'oeuvre de José Mário Branco. Réalisé par Nelson Guerreiro et Pedro Fidalgo, 116' 2014 MUDAR DE VIDA José Mário Branco, vida e obra realizado por Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo, 116 '2014 Premio do Público Grande Prémio do Canal Q MUVI LISBOA 2014 Festival Internacional pela Música no Cinema Premio Sophia 2017 Melhor documentário longa-metragem Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. 2014 Seleção Oficial Formato: DVD Imagem: 16x9 FF Color Áudio: Português Dolby Digital 2.0 Stereo Legendas: Português, Inglês, Francês, Castelhano Preço: 8 euros NA IMPRENSA INDIELISBOA - Secção Especial / IndieMusic (Lisboa) CINEMA FESTIVAL LUSOBRASILEIRO - Secção Transversalidades (SANTA MARIA DA FEIRA) FEST - NEWS DIRECTORS, NEWS FILMS (Espinho) AVANCA 2ª Semana de Cine Portugués (MALBA / Buenos Aires) MUVI LISBOA (Lisboa) DESOBEDOC (Porto) NAS PRIMEIRAS LINHAS (Ivry-sur-Seine) Aos 72 anos, José Mário Branco continuou a ser um homem compromometido, cantor e compositor, um artista que sempre considerou a música e a canção como uma arma ("A cantiga é uma arma"). Envolvido desde a juventude contra a ditadura de Salazar, José Mário Branco conhece aos 20 anos a tortura e a prisão. Em 1963, fugindo da guerra colonial e da polícia, tomo o caminho do exílio e fugiu para França. Durante estes onze anos em Paris, destacou-se como um dos grandes nomes da música portuguesa, comprometida e militante. As discotecas circulavam clandestinamente em Portugal. Faith ele, que na mesma época, assinou os arranjos da famosa "Grândola, Vila Morena" de José Afonso, que se tornaria, alguns anos mais tarde, o sinal da Revolução dos Cravos. No 25 de Abril de 1974, o golpe do Movimento das Forças Armadas terminou com 48 anos de ditadura em Portugal. As pessoas invadiram as ruas de Lisboa e, nossos dias seguintes, os presos políticos foram libertados e os exilados puderam voltar. Tudo parecia possível. Tudo dava lugar na imaginação. Havia um novo Portugal para construir. Faith clima de alegria que José Mário Branco, de volta a Portugal se juntou a outros artistas para levarem os ideais da revolução a todo o país ... Através do retrato do artista, o documentário resulta de um percurso de vida de um homem cujo itinerário coincide com a história recente de Portugal e abre o espaço para uma reflexão sobre o compromisso político de ontem até a atualidade. Realização e produção: Nelson Guerreiro, Pedro FIDALGO Imagem: Katell PAILLARD, Miguel AGUIAR, Miguel ALEXANDRE, Nelson GUERREIRO, Pedro FIDALGO, Ricardo CAPUCHA, Rui RIBEIRO, Salvador PALMA, Tiago SOUSA Som: Alberto GARRIDO, Eliseu MAIA, Fred ZED, Henrique CÃO, Manuel MONTEIRO, Pedro FALCÃO, Renaud DROVIN, Rui RIBEIRO Montagem: Patricia LEAL Mistura de som: João GAZUA Cor correcção: Leandro SILVA Animações: David LA RUA Com a colaboração de ESPACES e RTP - Rádio e Televisão de Portugal Formato de rodagem: DV / HDV Formato de distribuição: DCP / HD / DVD / BLUERAY Duração: 116 minutos Cores: Cor e Preto e Branco Data: 2014 Línguas VO: PORTUGUÊS / FRANÇÊS Versões disponíveis: FRANCÊS, INGLÊS, CASTELHANO, PORTUGUÊS Formato do DVD: 16/9 Contacto: mudardevidafilm@gmail.com

  • Kino Margem | Cinema Pedro Fidalgo

    Films réalisés et/ou produits par Pedro Fidalgo. CHANGER DE VIE La vie et l'oeuvre de José Mário Branco TU VOIS? NOS VOIX ONT DES VOIES! LES SOLIDES SOBRE O REALIZADOR

  • N'EFFACEZ PAS NOS TRACES | Pedro Fidalgo

    Les chansons de Dominique Grange portent en elles les traces de Mai 68. Chanteuse engagée, elle a marqué l’époque de son empreinte et est devenue une reférence de l'effervescence politique de l’après-Mai 68. Elle exprime toujours, aujourd’hui, par sa voix et son engagement, la même volonté de résistance à toutes les formes d’oppression. Lorsqu’elles dialoguent avec les dessins de Tardi et évoquent les récents mouvements sociaux, ses chansons véhiculent les mêmes aspirations révolutionnaire. Les chansons de Dominique Grange portent en elles les traces de Mai 68. Chanteuse engagée, elle a marqué l’époque de son empreinte et est devenue une reférence de l'effervescence politique de l’après-Mai 68. Elle exprime toujours, aujourd’hui, par sa voix et son engagement, la même volonté de résistance à toutes les formes d’oppression. Lorsqu’elles dialoguent avec les dessins de Tardi et évoquent les récents mouvements sociaux, ses chansons véhiculent les mêmes aspirations révolutionnaire. CONTACTS PROGRAMMATION : neffacezpasnostraces@gmail.com - 06 83 38 54 96 Affiches : 120x160 / 60x40 DCP disponible sur Cinego Pack de communication : Ecran 1080x1920 Bandeau FaceBook Carré Instagram Télécharger DECOUVREZ LE FILM ANNONCE Film-annonce - Durée : 1'00" Flat: Nepnt_TLR-1_F_FR-fr_20_2K_KINOMARGEM_20230202_KINOMARGEM_IOP_OV Annonce DCP flat Télécharger FICHE TECHNIQUE Titre: N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique Grange, une chanteuse engagée Année de production: 2022 Pays: France/Portugal Durée: 96 minutes Réalisateur: Pedro FIDALGO Genre: Documentaire Format: DCP 5.1 (disponible sur Cinégo) Soutitré: Anglais/Français/Portugais/Sourds et Malentendants Classification : Tout Public Visa n°: 155.441 Disponible dès 22 février 2023 à l'affiche. Teaser: https://www.allocine.fr/film/fichefilm_gen_cfilm=309088.html Disponible en VOD sur CinéMutins: TU NOUS METS 64, ON TE RE-MAI 68 ! FILMES SOBRE O DIRETOR EM PRODUÇÃO OUTROS PROJETOS PUBLICAÇÕES

  • PEDRO FIDALGO / Réalisateur/monteur

    Pedro Fidalgo est un réalisateur né à Portalegre (Portugal) en 1983. PEDRO FIDALGO REALIZADOR / PRODUTOR / MONTADOR Em 2003, Pedro Fidalgo, inscrito na Universidade da Beira Interior no curso de cinema e resultados, em 2007, o Grau de Licenciado pelo curso de Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris 8 (Vincennes-Saint-Denis). Em 2008, frequentou o curso do Teatro na Universidade de Paris 8. Em 2009, produção na curta-metragem de ficção “Les Solides”. Em 2010, resultados o Grau de Mestre Profissional pelo curso de Cinema - Realização de Documentário na Universidade de Paris 8. Em 2013, corealiza com Giulia Prada o documentário “Você vê? Nossas vozes têm maneiras! ” que representa em França os nossos prémios da Young European Week em 2015. Corealiza e produz com Nelson Guerreiro “MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra” que tem estreia mundial no INDIE LISBOA em 2014 e obtém o Prémio do Público no MUVI LISBOA . Após ter circulado em mostras e festivais nacionais e estrangeiros este último estreia comercialmente a 5 de Maio de 2016, obtendo o PRÉMIO SOPHIA para a categoria Melhor Documentário de Longa Metragem e esteve pré-selecionado para os PRÉMIOS PLATINO. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. CONTACTAR NÃO EU O EMAIL ASSUNTO MENSAGEM ENVIAR Eu

  • A VIOLËNCIA NAO CALARA O POVO | Kino Margem

    1 - A VIOLÊNCIA NÃO SILENCIARÁ O POVO O fotograma do filme "O Co uraçado Potemkine" impresso nas costas de um colete amarelo com uma mulher ferida no olho na escada de Odessa inspirou este primeiro intervalo sobre repressão que se abateu contra o movimento dos Coletes Amarelos em França. Depois de uma longa caminhada pelas ruas de Paris, uma escadaria de Odessa torna-se neste primeiro intervalo o Parvis dos Direitos Humanos proibido aos demonstradores. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. 2 - CINEMA-OLHO (KINO-EYE / КИНО-ГЛАЗ) Trocando o olho ferido pelo da Câmara encenada, este segundo intervalo alude às teorias de Dziga Vertov sobre a edição e movimento entre imagens. Apesar de múltiplos pedidos para se proibir esta arma política, muitas pessoas perdem olhos ou ficarem desfiguradas devido a tiros de LBD 40. Também outras pessoas perderam a audição ou foram mutiladas por granadas GLI F4. Este intervalo presta-lhes homenagem. 3 - OUTRA PARTE DO MUNDO O terceiro intervalo mostra os protestantes no daily como numa "sinfonia urbana". Os cartazes imprimidos aparecem-nos como cine-pafletos do Maio de 68 contrastando com as provocaçoes insultusas do governo. Se para estes proletários, o colete amarelo é uma ferramenta de trabalho obrigatória, a luta é pelo futuro e os filhos serão os resistentes de amanhã. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto. Além disso, você precisa saber mais sobre o assunto.

  • PRESSE

    “MUDAR DE VIDA, José Mario Branco, vida e obra”, um retrato fiel assinado por Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro Renato Teixeira 18/11/14 https://obeissancemorte.wordpress.com/2014/11/18/mudar-de-vida-vida-e-obra-de-jose-mario-branco-um-retrato-fiel-assinado-por-pedro-fidalgo- e-nelson-guerreiro / "Mudar de Vida, José Mario Branco, vida e obra" Jorge Gabriel entrevistou Nelson Guerreiro PEDRO FIDALGO - RADIO ALPHA, ARTUR SILVA 00:00 / 00:00 PEDRO FIDALGO - RFI, ADRIANO SALGUEIRO 00:00 / 00:00 “Fado Camané” e “Mudar de Vida”, como epopeias da nossa música Francisco Louçã 29/10/14 http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2014/10/29/fado-camane-e-mudar-de-vida-as-epopeias-da-nossa-musica/ Festival MUVI A Sétima Vida de Gualdino e Que Caramba es la Vida vencem 09/07/2014 http://www.publico.pt/n1668908 A música no grande ecrã num novo festival em Lisboa 09/03/2014 http://www.publico.pt/n1668494 A invenção de nós em José Mário Branco Gonçalo frota 20/06/2014 http://www.publico.pt/n1659553 Bloco de Esquerda abre o Trindade ao cinema engajado este fim-de-semana 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1641615 Filmes da Abril Luís Miguel Oliveira 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1644258

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