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- 28 MARÇO 2026 - MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida no Ronca (Elvas)
Em Elvas dia 28 de março 2026 pelas 21h30 no âmbito do RONCA. 21H30 CINE SÃO MATEUS - ELVAS A RONCA é uma iniciativa pioneira, a nível nacional, que tem como objetivo promover o cinema português e as banda sonoras, proporcionando uma experiência cinematográfica completa, enriquecedora e descentralizada. 🎞️ De 5 a 29 de março, o cinema abre-nos os olhos para a música portuguesa e o Alentejo! Curtas e Longas-metragens, exposições, conversas e outras experiências Não percam! Programa completo.
- 14 DEZ 2024 I MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra em Sagres
A Fortaleza de Sagres vai exibir, no dia 14 de Dezembro, a instalação vídeo “Bangkok” e o documentário “Mudar de Vida – José Mário Branco, vida e obra”. Esta instalação em vídeo estará patente das 11h00 às 14h00. “Bangkok” recupera a história e memória dos capitães José Castelo Glória Alves e Carlos Leal Branco, em funções no Centro de Instrução de Condução Auto 5 (CICA 5), que foram incumbidos com a única missão do MFA – Movimento das Forças Armadas em terras algarvias: a ocupação dos transmissores e repetidores instalados no alto da Fóia, na Serra de Monchique. No mesmo dia, às 15h00, está prevista a exibição do documentário “Mudar de Vida -José Mário Branco, vida e obra”, seguida de uma conversa/debate com um dos realizadores, Nelson Guerreiro e com Patricia Leal, editora do documentário. O documentário tem a realização de Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo. A exibição de Bangkok e de “Mudar de Vida -José Mário Branco, vida e obra” são projetos promovidos pela AVONDE – Associação Cultural. As atividades são de entrada gratuita. Para mais informações e reservas contacte: geral.fsagres@museusemonumentos.pt Texto por Sul Informação.
- MER 20 NOV 24 I CHANGER DE VIE au Festival International du Film d'Histoire de Pessac
Changer de vie, la vie et œuvre de José Mário Branco de Pedro Fidalgo, Nelson Guerreiro, Engagé depuis ses plus jeunes années contre la dictature de Salazar, José Mário Branco s’impose comme un des grands noms de la chanson portugaise pendant son exil à Paris. Ses disques circulent clandestinement au Portugal. A cette époque, il signe également les arrangements de nombreux morceaux, dont le fameux «Grândola, Vila Morena » de José Afonso qui deviendra quelques années plus tard le signal de la Révolution des Œillets. Mercredi 20 11 2024 à 19:50 Cinéma Jean Eustache Pl. de la 5ème République 33600 Pessac Samedi 23 11 2024 à 17:20 Cinéma Jean Eustache Pl. de la 5ème République 33600 Pessac PoPour accéder au site du festival , cliquez sur l'affiche.ur accéder au site du festival , cliquez sur l'affiche. Festival International du Film d'Histoire de Pessac 7 rue des poilus - 33600 Pessac 05 56 46 25 43 - contact@cinema-histoire-pessac.com
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- NÃO APAGUEM OS NOSSOS RASTOS ! | Kino Margem
As canções de Dominique Grange acarretam em si marcas do Maio de 68. Exprimem nos dias de hoje a mesma vontade de resistência a todas as formas de opressão. Acompanhadas de desenhos de Tardi, as suas canções evocam os mais recentes movimentos sociais em França e as suas aspirações revolucionárias. N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique grange, uma cantora de protesto um filme de Pedro Fidalgo PORTUGAL/FRANÇA – 2022 Duração : 96 min Formato de projeção : 1,77 / Son : 5.1 Contact: +33 683 386 496 neffacezpasnostraces@gmail.com www.kinomargem.net As canções de Dominique Grange acarretam em si marcas do Maio de 68. Exprimem nos dias de hoje a mesma vontade de resistência a todas as formas de opressão. Acompanhadas de desenhos de Tardi, as suas canções evocam os mais recentes movimentos sociais em França e as suas aspirações revolucionárias. « Para mim, a canção é uma arma, ainda por cima eficaz, porque podemos escondê-la. Não se vê. Pode ir para qualquer lado, entrar numa fábrica, entrar na prisão, atravessar fronteiras. Pode ser usada por qualquer pessoa. É uma arma universal. » Dominique Grange « Sempre que os direitos dos trabalhadores foram atacados, que o terrorismo de Estado ou o racismo tentaram impor-se, estivemos presentes e a resposta foi sempre a mesma: uma repressão selvagem, bombas de lacrimogéneo, flash ball, gaz pimenta para s olhos, cargas policiais, canhões de água.Mas pouco nos importa, contra todas as provocações, contra o Estado de Emergência e tudo o que inventarem para nos obrigar aficar em casa ou proibir a rua, nos estaremos lá! » Tardi Dominique Grange recebe-nos em casa. Fala-nos do seu percurso e lutas políticas. Através de flashback, viajamos no tempo. Estas idas e voltas são estruturadas por imagens de arquivo fílmico, sonoro, artigos de jornal animados e, como é óbvio, pelas suas canções. Pouco a pouco, passamos da história pessoal e familiar à memória coletiva, graças aos desenhos de Tardi que acompanham o resto da matéria fílmica. Seguindo Dominique Grange descobrimos os lugares, os arquivos, mas também as personagens que a acompanharam em diversas lutas. Trata-se sempre da mesma mulher com o mesmo temperamento rebelde. A «miúda» que cantava nas fábricas ocupadas no Maio de 68 não é nenhuma heroína, apenas uma resistente que recusa compromissos e rendições. Por outro lado, acompanhamos Dominique em estúdio, onde grava com o grupo Accordzéâm, 50 anos depois, um livro-disco: Chancun de vous est concerné . Por vezes, Dominique ensaia em casa, onde encontramos Tardi e os filhos, adotados no Chile. Encontramos a personagem na sua intimidade familiar e descobrimos como trabalha com os músicos. A última parte do filme é repleta de encontros: com Brigite Gothière, co-fundadora da Associação L214, que milita pelos direitos dos animais. Brigitte e Dominique falam-nos da relação que há entre a luta de classes e a causa animal. Dominique e Tardi encontram o militante anarquista e pacifista Maurice Montet na Radio Libertaire. Explicam a importância do espetáculo antimilitarista Putain de guerre! no contexto atual. Oreste Scalzone e Dominique falam-nos do direito ao asilo num café de uma rua típica de Paris e da extradição dos exilados italianos como Paolo Persichetti e Cesare Batisti. Dominique canta no Jargon Libre, biblioteca anarquista onde se encontra Helyette Besse, ex-prisioneira política condenada por cumplicidade com o grupo Ação Direta. Todos estes encontros permitem relacionar as diferentes causas pelas quais Dominique militou e continua a militar. Para terminar, Dominique faz alusão aos grandes movimentos revolucionários desde 1789 à Comuna de Paris, descrevendo-os como «rios subterrâneos» que ressurgem para irrigar as lutas de hoje e de amanhã, como já tinha sido irrigado o Maio de 68. Maio de 68 - Desenho de Tardi Dominique Grange Dominique Grange e Djamila Lesmale Maio de 68 - Desenho de Tardi 1/12 Realização - Pedro Fidalgo Imagem - Renaud Drovin Som - Tristan Philippot Montagem - Nadir Hadjérioua Mistura e montagem de som - Miguel Morais Cabral Correção de cor - Charles Traboulsi Direção de produção - Pedro Fidalgo Conselhos de produção - Lucile Fanton Canções - Dominique Grange Arranjos - Accordzéâm Desenhos e voz - Tardi Distribuição - Kino Margem Films
- PRESSE
“MUDAR DE VIDA, José Mario Branco, vida e obra”, um retrato fiel assinado por Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro Renato Teixeira 18/11/14 https://obeissancemorte.wordpress.com/2014/11/18/mudar-de-vida-vida-e-obra-de-jose-mario-branco-um-retrato-fiel-assinado-por-pedro-fidalgo- e-nelson-guerreiro / "Mudar de Vida, José Mario Branco, vida e obra" Jorge Gabriel entrevistou Nelson Guerreiro PEDRO FIDALGO - RADIO ALPHA, ARTUR SILVA 00:00 / 00:00 PEDRO FIDALGO - RFI, ADRIANO SALGUEIRO 00:00 / 00:00 “Fado Camané” e “Mudar de Vida”, como epopeias da nossa música Francisco Louçã 29/10/14 http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2014/10/29/fado-camane-e-mudar-de-vida-as-epopeias-da-nossa-musica/ Festival MUVI A Sétima Vida de Gualdino e Que Caramba es la Vida vencem 09/07/2014 http://www.publico.pt/n1668908 A música no grande ecrã num novo festival em Lisboa 09/03/2014 http://www.publico.pt/n1668494 A invenção de nós em José Mário Branco Gonçalo frota 20/06/2014 http://www.publico.pt/n1659553 Bloco de Esquerda abre o Trindade ao cinema engajado este fim-de-semana 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1641615 Filmes da Abril Luís Miguel Oliveira 24/04/2014 http://www.publico.pt/n1644258
- TU VOIS? NOS VOIX ONT DES VOIES!
Déambulations européennes au croisement de Paris. Réalisé par Giulia Prada et Pedro Fidalgo, 30' 2013 SELECIONADO PELA SEMANA EUROPEIA DA JUVENTUDE 2015 Você vê ? Nossas vozes têm maneiras! Passeios europeus na encruzilhada de Paris é um documentário produzido no âmbito de um workshop de vídeo introdutório durante o qual jovens europeus que vivem em Paris se questionam sobre as noções de estrangeiro, imigração, fronteiras, Europa e a sua experiência na capital francesa. Movidos por um questionamento sobre o movimento e o mal-estar numa Europa "sem fronteiras", os jovens que cruzam Paris fazem um passeio por várias cidades: Paris, Atenas, Milão e Lisboa. Enquanto viajamos, encontramos preocupação, expectativa, medo, mas também a resistência múltipla às questões econômicas atuais. Esse borbulhar que atravessa o espaço europeu é expresso pelas diferentes vozes encontradas durante as viagens. Diretor: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA Imagem e som: Pedro FIDALGO, Giulia PRADA, Sylvia AUBERTIN, Adeline GONIN Edição: Pedro FIDALGO, Mohamed MOUAKI, Giulia PRADA Produção: Canal Marches, UPOPA Duração: 29:36 Categoria: Documentário "VOCÊ VÊ? NOSSAS VOZES TÊM MANEIRAS!" por Canal Marches é disponibilizado sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-Não Comercial 3.0 Unported. Permissões além do escopo desta licença podem ser obtidas em contact@canalmarches.org VOCÊ VÊ? NOSSAS VOZES TÊM MANEIRAS! Passeios europeus na encruzilhada de Paris direção Giulia Prada e Pedro Fidalgo , 30 '2013





